Ritual da Ceia de Natal à Meia Noite

 

Porque o Ritual da Ceia de Natal à Meia Noite?

Porque é um ritual de culto à deusa lua, a Lua Negra.
E porque ela é lua negra?
Eva se tornou em Lílith a lua negra que foi endeusada pela serpente.
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1) Dia 24 ceia a meia noite adoração a deusa-lua .
Semíramis (Astarote) Juízes 2:13, 1 Reis 11:5

2) Dia 25 ceia do meio dia adoração ao deus-sol .
Tamuz (Baal). Ezequiel 8:14 e 16, 2 Reis 10:19

Na antiguidade caldaica, 25 de Dezembro era o dia da criança, o dia do nascimento de Tamuz, (deus sol, Ez. 8:15 e 16).
A noite anterior até a meia-noite era a “mãe lua”.

Em honra a Semíramis que hoje é véspera de Natal
Sol  e lua negra☾se juntaram e se tornaram em  .
Por isso existe a tradição da ceia de Natal à meia noite à deusa lua negra.
e ao meio dia seguinte ao deus-sol Ninrode ou Tamuz.
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Porque se comemora dia 25 de dezembro?
Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4° a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do “filho de deus”.
O dia solístico é um culto ao deus sol Tamuz.

Após a queda do Império da Grécia, chega a vez do IMPÉRIO EGÍPCIO, e os deuses do EGITO são agora somados aos deuses Persas, deuses Babilônicos e deuses Gregos os quais são todos os mesmos deuses, só que com outros nomes, agora chamados de:
– Osíris para NINRODE;
– HORUS para TAMUZ; e
– ISIS para SEMIRAMIS.

Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode revivido) transformaram-se em objetos principais de adoração.

O PINHEIRO DE NATAL É UMA

ADORAÇÃO À ASERA
UMA DEUSA EM FORMA DE ÁRVORE

Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora em nossos dias.
Em parte nenhuma das Escrituras é mencionado qualquer culto a Maria.

Esta se tornou a Trindade Profana:
Ninrode, pai; Semíramis, mãe e Tamuz, o filho.

Após a destruição se Babel, o povo de Ninrode começou a migrar pelo mundo, conquistando outros povos e ensinando-lhes suas crenças pagãs.
Da Babilônia, eles vão para a Pérsia. Agora Ninrode, Semíramis e Tamuz, é uma trindade, que era representada da mesma forma que a Egípcia.

Essa visão é concebida desde os primórdios na cultura Greco-romana, de Isis mãe de Ninrode fundador da Torre de Babel ilustração com as serpentes em espiral que coloca a mulher como senhora “mãe de deus”.
Se assim fosse, ela seria criadora de tudo o que há no céu e na terra.
Isso é inconcebível de pensar.

E Mitologia da Trindade é:
Pai (Deus), Filho (Jesus) e o Espírito Santo

Fica mais fácil ver o engano católico e perceber o disfarce demoníaco. Hoje, a trindade profana está disfarçada assim:

A Igreja católica romana é uma visão é concebida desde os primórdios na cultura Greco-romana, de Semíramis mãe de Ninrode

Na visão católica romana diz que Deus tem uma mãe e que nasceu antes dele e o criou: ”santa Maria mãe de deus”.
A visão que coloca a mulher como senhora “mãe de deus”.

As biografias dos deuses mitológicos e deusas estão todos interligados a uma só deusa e um só deus satânicos.

Quando os templos de Isis (Semíramis) foram transformados em igrejas cristãs, Isis com seu bebê

Hórus no colo foi transformada na Virgem Maria com o menino Jesus.
As mitologias gregas, romanas e africanas apresentam deuses e deusas e que no Brasil fundiram-se por causa da mistura de raças formando um sincretismo religioso.

Na visão mitológica matriarcal, o filho era sempre a figura infantil e impotente nos braços da imagem da mãe toda poderosa protegendo o seu filho do mal.
Semíramis figura como rainha dos céus (Isaias 47:4-15) com seu filho Tamuz nos braços.

É vista como mãe de deus e deusa mãe.
Porém, para os católicos Jesus só aparece nas duas fases da sua vida:
1 – Quando era bebê (para exaltar Maria como deusa mãe);
2 – Quando estava morto na cruz para demonstrar o sofrimento de Maria (“senhora das Dores”) …e não o sofrimento de Jesus.

  • O PINHEIRO DE NATAL

É um símbolo Pagão de bruxaria. A Bíblia inicia falando em árvore e termina falando em árvore…
Essa prática religiosa de se levar um pinheiro para dentro da casa e enfeitá-la, ela já era acompanhada nessa mesma época pela troca de presentes, porque as mulheres sacerdotisas e amigas de Semíramis, diz a história que elas jejuaram e choraram durante 40 dias e 40 noites aos pés daquele pinheiro.
E no final desse período, elas agradeciam uma as outras, fazendo trocas de presentes, que eram depositados aos pés desse pinheiro.
Daí também surge o hábito de se trocar presente no natal.
Semíramis ordenou que as árvores fossem decoradas com bolinhas que representassem o sol.

Certa vez, o então já garoto TAMUZ “deus sol”, Diz à lenda que seu corpo foi esquartejado e os pedaços enviados para diferentes partes.
Então, sua mãe ordenou uma busca pelos pedaços para recompor o corpo do filho.
E naquele tronco podre, onde o garoto caiu morto em cima, ela inventou outra estória, dizendo que nasceu um pinheiro, esse pinheiro passou a ser a própria referência simbólica do renascimento de TAMUZ no mundo.
Esta busca demorou quarenta dias, ao final dos quais ela se coloca sobre o corpo do morto e o faz ressuscitar.
Então, mais tarde foi instituído o uso do pinheiro na comemoração do nascimento de Tamuz, o qual era um símbolo de ressurreição.
E em toda a data de aniversário de TAMUZ no dia 25/12, era como pegar um pinheiro e levar para dentro de suas casas e enfeitá-lo, como símbolo do renascimento de TAMUZ. Uma prática que até hoje se traduz na “árvore de natal”.

Diz-se que os adoradores do deus sol ofereciam sacrifícios humanos – os corpos de pessoas que não estavam em harmonia com sua religião. Essas eram degoladas, e suas cabeças eram penduradas no pinheiro da festa em honra a Tamuz.

Essa arvore está descrita no livro de Isaías 44:12 a 19, ela representa o deus Tamuz ou Baco o deus do vinho que foi instituído deus quando Noé plantou uma vinha e se embriagou.

O filho de Semíramis mandava que sacerdotisas chorassem 40 dias aos pés dessa árvore e depois as enfeitava e depois tinha uma festa chamada de bacanal em honra a Baco dia 25 de dezembro.

“Levou-me à porta da entrada do Templo, que está na banda do norte, e eis que as mulheres assentadas chorando por Tamuz. Disse-me: Vês isso, filho do homem? Verás ainda abominações maiores do que estas. Levou-me para o Átrio de dentro do Templo, e eis que estavam à entrada do Templo, entre o pórtico e o Altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o Templo, e com os rostos para o Oriente; adoravam o sol”
(Ezequiel. 6:14-15)

 

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