Missões Archives – https://olivreirocristao.org/category/missoes/ O Livreiro Cristão é uma Biblioteca de Livros on-line com um leitor compatível para seu computador, tablet ou celular.<br>Com acesso para leitura on-line, ou fazer o download para seu pc. Todo o acervo de e-books de forma ilimitada e gratuita, você ainda conta com cursos, vídeos, sermões e imagens que inspiram. Soli del Glória. Wed, 04 Dec 2024 14:59:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://olivreirocristao.org/wp-content/uploads/2017/03/logocristao-150x150.png Missões Archives – https://olivreirocristao.org/category/missoes/ 32 32 Estratégias Missionárias em Atos https://olivreirocristao.org/estrategias-missionarias-em-atos/missoes/ https://olivreirocristao.org/estrategias-missionarias-em-atos/missoes/#respond Wed, 04 Dec 2024 14:58:30 +0000 https://olivreirocristao.org/?p=12200 Os conceitos de missão e de missionário devem ser conectados em primeiro lugar a Deus, que é quem envia, e à igreja local, que, em…

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Os conceitos de missão e de missionário devem ser conectados em primeiro lugar a Deus, que é quem envia, e à igreja local, que, em nome do Senhor, coopera com o envio. O livro de Atos apresenta estratégias para expansão missionária da igreja. Muitas, com os devidos ajustes, ainda podem servir de modelo hoje.

Uma estratégia geográfica.

O texto de At 1.8 apresenta a estratégia geral para o crescimento do movimento cristão nascente. Trata-se de uma expansão “exterior”, que começa em Jerusalém, onde ocorreram os eventos que culminaram na morte e na ressurreição de Jesus e se espalha por toda a Judeia e Samaria, em direção aos confins da terra. Desta maneira, aprendemos que a expansão missionária, em termos geográficos, deve se tornar cada vez mais abrangente e alcançar as nações mais distantes.

Uma estratégia urbana.

Encontramos também o emprego de outra estratégia com característica urbanas, ou seja, a evangelização de cidades-chave. O Livro Atos relata que Filipe se dirigiu a Samaria, Pedro foi a Cesareia e Paulo visitou as cidades-chave do Oriente próximo e da Europa. Isto nos sugere a importância do ministério urbano até os dias de hoje (a ONU estima que entre 80 e 90% da população latino-americana é urbana). A tarefa missionária não pode falhar. Tudo isso tem grandes implicações para a obra missionária.

Pessoas-chave.

Quando Paulo foi a Chipre, tratou com O pro cônsul do Pais. Em Atenas (outro centro metropolitano) conversou com os filósofos e alguns se converteram, entre eles um certo Dionísio, chamado “o areopagita” (veja 17.18,34). Quando em Éfeso, Paulo trabalhou durante dez anos entre os estudiosos da escola de Tirano. Como resultado, “todos os habitantes da Ásia ouviram a palavra do Senhor, tanto judeus como gregos” (19.10). Que relatório! Filipe também é um bom exemplo dessa estratégia, pois ao evangelizar o eunuco vindo da Etiópia, abriu O caminho para a entrada do evangelho na África.

Igrejas autóctones.

O Espírito Santo orientou as igrejas recém-fundadas para que fossem igrejas autóctones. O primeiro passo para se alcançar esse objetivo, é também o mais difícil, é procurar desenvolver uma liderança local capacitada (20.29-31). Além disso, as igrejas procuravam, quando possível, tomar conta das próprias necessidades financeiras e, acima de tudo, assumir a tarefa também de levar o evangelho avante. Isto não quer dizer que não havia cooperação entre as igrejas.

Muito pelo contrário, prestar ajuda e cooperação são atitudes não só positivas como essenciais para todas as igrejas (veja Jo 17.20-21). Contudo, uma dependência excessiva enfraquece a igreja e prejudica a eficácia e a integridade do seu testemunho na sociedade.

O alvo da autoctonia é o alcance evangelístico e missionário de cada comunidade cristã. Esta é a essência da Igreja. Por desenvolverem uma liderança local, as primeiras comunidades cristãs dispunham de toda a infraestrutura necessária para levar avante a evangelização do seu próprio povo. A igreja de Tessalônica é um bom exemplo para nós (1Ts 1.8).

A implantação de uma igreja tem algumas características ou pré-requisitos: coragem para compartilhar a Palavra de Deus; ousadia para transpor barreiras culturais, de modo intencional ou não; naturalidade em se viver o evangelho, mesmo sob tensão ou perseguição; estratégia para aproveitar as “pontes” ou o que se tem em comum com o outro.

Instrução na igreja.

Ao chegar e ver a graça de Deus, Barnabé foi buscar Saulo em Tarso e por um ano, eles Juntos ensinaram numerosa multidão em Antioquia (At 11.21-26). Uma igreja não pode viver, crescer, se estabelecer, ser relevante, ser autossustentável sem realidade de um ensino bíblico intencional e perseverante. José, chamado Barnabé por: sua característica encorajadora, foi buscar um homem experimentado nas Escrituras, alguém conhecido pelo seu zelo em relação à Palavra de Deus. O resultado deste trabalho nos é mostrado na visão da igreja em Antioquia, ao enviar seus próprios lideres como missionários (At 13.1-3).

Influência de uma igreja missionária.

“Em Antioquia, foram Os discípulos, pela primeira vez, chama- dos cristãos” (At 11.26). O fato de terem sido chamados cristãos mostra a influência que geraram na cidade. Discípulos bem instruídos são uma poderosa ferramenta nas mãos de Deus para atingirem a comunidade que os cerca. Uma igreja missionária cheia do Espírito Santo anuncia Cristo, e não a si mesma.

Nos dizeres do próprio Senhor Jesus, O Espírito Santo “me glorificará” (Jo 14.16), revelando-nos que uma igreja cheia do Espírito Santo glorifica, anuncia e manifesta a pessoa do Salvador a todos os povos. Incentiva o envolvimento da igreja missionária. Em At 11.27-30, um profeta chamado Ágabo deu a entender, pelo Espírito, que haveria de vir grande fome por todo o mundo. A Igreja logo tomou a atitude de enviar socorro aos irmãos que moravam na Judeia. Essa dimensão de generosidade só existe na vida da igreja que vê além de seus limites.

Uma atitude responsiva e positiva revela um coração missionário que deseja servir, anunciar a verdade de Deus, mas principalmente viver a mensagem do reino, no temor do Senhor. O envolvimento de amor de compaixão pelos que sofrem é marca registrada de uma igreja missionária, uma igreja que se importa.

Soli del Gloria

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As viagens missionárias no Livro de Atos https://olivreirocristao.org/as-viagens-missionarias-no-livro-de-atos/missoes/ https://olivreirocristao.org/as-viagens-missionarias-no-livro-de-atos/missoes/#respond Sun, 01 Dec 2024 14:12:30 +0000 https://olivreirocristao.org/?p=12197 A natureza do evangelho é que seja divulgado. Não se guarda boas-novas para si. Divulga-se em alta voz No século primeiro, ainda não existiam os…

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A natureza do evangelho é que seja divulgado. Não se guarda boas-novas para si. Divulga-se em alta voz No século primeiro, ainda não existiam os meios eletrônicos de comunicação, e isto implicava a divulgação verbal, ao vivo ou por meio de documentos escritos. E a divulgação maior se fazia por meio de viagens Por isto, tanto os Evangelhos quanto o livro de Atos relatam a divulgação do evangelho por meio de viagens. Jesus deixava claro que as suas viagens eram necessárias e vinculava essa necessidade à sua vocação dada pelo Pai (Lc 4.43).

Por isso, nos Evangelhos Jesus sempre se encontra em movimento, em alguma viagem. Não é de se surpreender, portanto, que o evangelho se divulgue no livro de Atos também por meio de viagens.

Livro de Atos relata as viagens missionárias de Filipe, Pedro e Paulo, todos a partir de Jerusalém, como previsto pelo Senhor antes da sua ascensão (1.8). em sua primeira Jornada Missionária (Atos 13-14): Ao atender o chamado de Deus para proclamar a Cristo, Paulo e Barnabé deixaram a igreja em Antioquia. Inicialmente, o seu método de evangelismo era pregar nas sinagogas de cada cidade. Mas quando muitos judeus rejeitaram a Cristo, os missionários reconheceram o chamado de Deus para testemunhar aos gentios. Destaca, especialmente, Paulo, com um total de seis viagens, todas também a partir de Jerusalém, conforme relatos de próprio punho de Paulo (Rm 15.19).

Paulo, relata suas viagens, onde há uma descrição de cada uma delas. Tanto o livro de Atos (22.21; 26.7,17-18; 28.20) quanto as Cartas de Paulo (Rm 15.19-21; Gl 1.15-16) ressaltam a significância das viagens missionárias dentro do grande esquema de salvação dos judeus e  dos não judeus.

A segunda Jornada Missionária (Atos 15:36-18:22): Depois de outra estadia em Antioquia, devido à construção da igreja de lá, Paulo estava pronto para participar de uma outra viagem missionária. Ele pediu a Barnabé que se juntasse a ele para visitar as igrejas de sua primeira viagem missionária. Um desacordo, no entanto, causou sua separação. Deus transformou esta disputa em algo positivo, pois agora havia duas equipes missionárias. Barnabé foi para Chipre e Paulo foi com Silas para a Ásia Menor.

Ao chegar em Atenas, Paulo pregou para um público curioso em Areópago. Ele proclamou o único Deus verdadeiro que podia ser conhecido e adorado sem ídolos feitos por mãos humanas. Novamente, alguns desprezaram, enquanto alguns acreditaram. Paulo ensinou aos fiéis em Cristo e estabeleceu igrejas. Durante esta segunda viagem missionária, Paulo fez muitos discípulos de todas as origens: um homem jovem chamado Timóteo, uma empresária chamada Lídia e o casal Áquila e Priscila.

Em sua Jornada Missionária (Atos 18:23-20:38): Durante a última viagem de Paulo, ele fervorosamente pregou na Ásia Menor. Deus confirmou a sua mensagem com milagres. Atos 20:7-12 fala de Paulo em Trôade pregando um sermão excepcionalmente longo. Um jovem sentado em cima de uma janela adormeceu e caiu da janela. Pensaram que ele estava morto, mas Paulo o reviveu.

No final da última viagem missionária de Paulo, ele sabia que ia ser preso em breve e provavelmente morto. Suas palavras finais para a Igreja em Éfeso exibem sua devoção a Cristo: “E, tendo eles chegado, disse-lhes: Vós bem sabeis de que modo me tenho portado entre vós sempre, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, servindo ao Senhor com toda a humildade, e com lágrimas e provações que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram; como não me esquivei de vos anunciar coisa alguma que útil seja, ensinando-vos publicamente e de casa em casa, testificando, tanto a judeus como a gregos, o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus.

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A obra missionária deve ser prioridade? https://olivreirocristao.org/a-obra-missionaria-deve-ser-prioridade/missoes/ https://olivreirocristao.org/a-obra-missionaria-deve-ser-prioridade/missoes/#respond Wed, 13 Nov 2024 21:11:02 +0000 https://olivreirocristao.org/?p=12174 Não. A obra missionária não deve ser a prioridade na igreja! Isto é a obra missionária não é o alvo ultimo da Igreja.O alvo último…

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Não. A obra missionária não deve ser a prioridade na igreja! Isto é a obra missionária não é o alvo ultimo da Igreja.O alvo último da Igreja é o culto a Deus. O desafio missionário existe e persiste porque o culto pleno a Deus ainda não existe. O culto a Deus deve ter prioridade na Igreja, não obra missionária, porque Deus é último, e não ser humano.

Quando esta era terminar e representantes de todas as etnias, tribos e nações se dobrarem diante do Cordeiro de Deus, a obra missionária não mais existirá na Igreja. Mas existirá louvor e a adoração. O culto permanecerá na Igreja.

O culto e o fim ultimo da Igreja e o desejo máximo de Deus para toda a humanidade. A primeira pergunta do Breve Catecismo de Westminster é: “Qual é o fim principal do ser humano?” E a resposta acertada é: “O fim principal do ser humano é glorificar a Deus e alegrar-se nele para sempre.” É dentro desta perspectiva da prioridade última da glória de Deus que a reflexão a respeito da prioridade da obra missionária se encontra.

Diante disto, perguntamos: “Qual é a importância da obra missionária na Igreja e qual é a sua devida relação com o fim principal de glorificar a Deus e alegrar-se nele para sempre?” Formulando a pergunta desta maneira, creio que a importância da obra missionária se intensifica mais ainda (e não diminui) enquanto, ao mesmo tempo, afirmamos a supremacia de Deus e a nossa prioridade de glorificá-lo. 

Em (Rm 15.4-13) podemos observar a relação entre a prioridade última da glória de Deus e a prioridade penúltima, que é a obra missionária na Igreja. Primeiro, a glorificação de Deus por causa da sua misericórdia salvadora é a razão da obra missionária.  Segundo a glorificação de Deus no culto é o combustível da obra missionária. E terceiro, a glorificação de Deus no culto é o alvo da obra missionária. 

Arregacemos as mangas e nos empenhemos na obra missionária para que a terra se encha do conhecimento da glória do SENHOR, assim como as águas cobrem O mar” (Hc 2.14), e um dia, a partir de hoje possamos nos Juntar com pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas, em Pé diante do trono e diante do Cordeiro” (Ap 7.9) em louvor e adoração.

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A vocação Missionária https://olivreirocristao.org/a-vocacao-missionaria/missoes/ https://olivreirocristao.org/a-vocacao-missionaria/missoes/#respond Sun, 27 Oct 2024 14:39:35 +0000 https://olivreirocristao.org/?p=12072 O que há de especial no chamado missionário? A Bíblia nos mostra que não há dois chamados iguais, um para viver a vida cristã de…

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O que há de especial no chamado missionário? A Bíblia nos mostra que não há dois chamados iguais, um para viver a vida cristã de modo integro e ser boas testemunhas de Jesus e outro para levar o evangelho a outros povos. Nem todo chamado é para missões transculturais, mas toda Igreja deve participar dessa tarefa. Isso faz parte da natureza da Igreja. Servir em nossa profissão, com compromisso missionário, também é uma vocação digna Uma pessoa chamada por Deus estará disposta a abrir mão de projetos pessoais para priorizar a obediência ao chamado. Isso não significa que, imediatamente, seus problemas, suas fraquezas e Suas ambições serão eliminados. Ainda se precisará de muita graça e paciência de Deus. Deus deu capacitações diferentes para os membros do corpo. Normalmente, um chamado missionário é para um tipo de ministério que combina com nossos dons, frequentemente fazendo aquilo que já estávamos fazendo antes, mas agora em outro contexto.

O lugar não é o mais importante. Podemos obedecer ao nosso chamado em vários lugares, conduzir nossa tarefa em um campo e servir bem em outro. Em muitos casos, Deus acaba dirigindo o vocacionado para um determinado local por um determinado tempo, mas o importante é estar disponível. Na hora certa o missionário poderá tomar sua decisão com toda a confiança. Crises surgem às vezes, assim como questionamentos e cobranças de outros, de tal modo que não nos sentimos à altura da missão. Muitos missionários também sofrem de sentimento de incapacidade. O Importante é estar disponível para servir ao Senhor e aos outros servir da melhor maneira, com amor e disposição para aprender sempre (Jr 15.16-20). Dificuldades na tarefa, no sustento, nas condições, por vezes com lutas e poucos resultados, tudo isso facilmente provoca uma crise vocacional. Muitos missionários gastam meses na luta por um visto, pela autorização para começar um tipo de ministério, na espera pelos recursos necessários. Outra situação desanimadora é quando semeamos com lágrimas, mas a colheita demora a aparecer. Precisamos confiar na fidelidade de Deus e perseverar (Is 49.1-6).

Outras fontes de crise incluem os conflitos com colegas e com lideres locais. Todo missionário é uma pessoa com personalidade forte. Luta pelo que crê. Todos podem ser considerados caciques. Juntando um grupo de caciques, os conflitos facilmente surgem. Outros motivos são diferenças de cultura, na perspectiva do ministério. É uma das principais razões do retorno prematuro de missionários. É necessário preparo e disposição para resolver os problemas (Mt 5.23-24). Deus não chama os doutos, mas chama os que são fracos (1Co 1.26-29). As igrejas têm a tendência ver o missionário como herói ou como pedinte. Não é uma coisa nem outra, mas um ser humano normal, chamado para uma tarefa nada normal. Há sofrimento e dor nessa caminhada, mas também alegrias. Deus espera que sejamos fiéis, e assim ele nos recompensará.

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Caminhada Missionária https://olivreirocristao.org/caminhada-missionaria/missoes/ https://olivreirocristao.org/caminhada-missionaria/missoes/#respond Sun, 27 Oct 2024 14:31:10 +0000 https://olivreirocristao.org/?p=12069 Quando dois de seus discípulos estavam caminhando para Emaus, e iam conversando a respeito de todas as coisas acontecidas, Jesus se aproxima deles na tarde…

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Quando dois de seus discípulos estavam caminhando para Emaus, e iam conversando a respeito de todas as coisas acontecidas, Jesus se aproxima deles na tarde da primeira Páscoa e começa um diálogo. Jesus mostra como ser igreja e como fazer missão por meio do milagre do diálogo. Jesus se aproxima dos dois que estavam engajados em uma acalorada discussão. A missão começa quando nos aproximamos das pessoas e as acompanhamos na sua jornada de vida. Jesus demonstra interesse no seu diálogo nas suas preocupações na sua agenda lhe faz uma pergunta: Que é isso que vos preocupa e de que ide tratando medida que caminhais? Sendo bom observador, ele percebe a sua profunda tristeza e em solidariedade quer entendê-la. Nos evangelhos de Jesus, que é o caminho que faz caminho constantemente se engaja no diálogo da vida, compartilhando as dores e as alegrias das pessoas.

Respondendo a pergunta de Jesus, Cleopas responde, és o único porventura que tendo estado em Jerusalém, ignoras as ocorrências destes últimos dias? Jesus era o protagonista de todos os eventos poderia tê-los deixados de boca aberta. No entanto, em vez de contar a sua história revelar seu conhecimento assumir o centro do palco e apontar para si mesmo, Jesus simplesmente faz outra pergunta: Quais?

Jesus os convida compartilhar a sua compreensão dos eventos. Com paciência e atenção escuta suas interpretações da história. Terminando ele ainda não derrama as respostas certas. Com outra pergunta. Ele os desafia a pensar sobre suas expectativas religiosas de uma maneira nova: Não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua Glória? Com esta deixa ele compartilha a sua reflexão de uma perspectiva mais ampla, usando as Escrituras.

Quando chegam ao destino dos dois viajantes, Jesus ainda não lhes dá as “respostas certas.” Aliás, ele se dispõe a retomar seu caminho e deixá-los refletir e tirar suas próprias conclusões. Entretanto, a troca mútua era tão estimulante e desafiadora que eles lhe oferecem hospitalidade. Jesus muitas vezes recebeu dádivas de sustento, perfumes caros, unção, lava-pés e hospitalidade das pessoas. Naturalmente, ele aceita seu convite. Na comunhão íntima ao redor da mesa, na partilha do pão, “se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles”.

Descobriram que era Jesus sem nenhuma imposição, sem pressa, sem manipulação, sem pressão, sem repreensão e sem nenhuma arrogância por parte de Jesus, apenas diálogo, partilha; falando, escutando, refletindo e aprendendo mutuamente. Por que Jesus partiu de repente? Sabia que sua parte, sua tarefa havia terminado. Agora era hora de eles ponderarem tudo isso no seu íntimo e avaliarem suas reações e decisões. Na missão, é tão importante saber quando sair de cena quanto saber quando entrar. O diálogo e a descoberta levaram os dois discípulos a uma decisão e a uma consequente ação imediata. As boas noticias, como um fogo nas entranhas, lhes deram energia para caminhar os dez quilômetros de volta para Jerusalém para compartilhar sua experiência. Eles foram transformados em testemunhas ousadas da ressurreição.

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Missão aos Excluídos https://olivreirocristao.org/missao-aos-excluidos/missoes/ https://olivreirocristao.org/missao-aos-excluidos/missoes/#respond Wed, 23 Oct 2024 15:32:36 +0000 https://olivreirocristao.org/?p=12018 Vivemos em mundo onde a máxima é debater sobre a questão inclusão. É urgente receber e aceitar a todos. Mas essa é a teoria. Na…

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Vivemos em mundo onde a máxima é debater sobre a questão inclusão. É urgente receber e aceitar a todos. Mas essa é a teoria. Na prática toleramos, suportamos, mas não incluímos aqueles que possuem necessidades ou desafios diferentes dos nossos. Na sociedade, os interesses pessoais parecem estar acima do bem-estar comum e, para tristeza enquanto Igreja, sonhos ambições individuais também aparecem bem acima dos interesses do Reino. Bens, projetos, prazer tudo vem antes de Deus (Lc 14.15-27).

Viver a missão entre os excluídos não é encantador, não traz glórias, não pressupõe aplausos nem honrarias. Viver em meio à miséria do outro é quase sempre lutar só, perceber limitações as nossas e as do outro, e se frustrar com elas, mas é também ver claramente a graça e a misericórdia de Deus, a cada passo da caminhada. Nosso Senhor nos ordenou: “Sai depressa para as ruas e becos da cidade e trazer para aqui os pobres, os aleijados, os Cegos e os coxo” (Lc 14.21).

Ouviremos a Sua ordem? Convidaremos estas pessoas tão carentes do banquete da graça de Deus e necessitadas de respostas e soluções práticas para seus anseios e necessidades? Alguns têm anseios diferentes dos nossos, mas todos são tão necessitados de Jesus quanto eu e você! O Senhor nos chama como podemos ver na parábola Lucas 14.1-24 a respeito do banquete onde foi preparado um grande banquete com tudo do bem de do melhor pelo rei e quando mandou chamar os convidados muitos começaram a dar desculpas para não comparecer.

O convite do Senhor é vinde, pois tudo já está preparado. o convite de Jesus é universal e com cuidado especial para acolher o menos favorecidos, ou seja os pobres, os coxos, os aleijados e os cegos. este é um convite gracioso e que pode ser rejeitado, mas as pessoas que dão desculpa e o rejeitam sofrerão as consequências dessa escolha. A missão deve se expandir para os lugares difíceis, esquecidos e negligenciados e muitas vezes recusados. O Senhor Jesus sempre nos norteia que devemos tomar nossa cruz para sermos seus discípulos. na missão seguimos a Cristo, não devemos amar nada a mais que não seja nosso Salvador como vemos no (v.26)

Deus abençoe e nos conduza a cada nova missão que se apresenta para honra e glória de nosso Senhor Jesus e expansão de seu Reino

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Mulheres na Missão de Deus https://olivreirocristao.org/mulheres-na-missao-de-deus/missoes/ https://olivreirocristao.org/mulheres-na-missao-de-deus/missoes/#respond Sun, 20 Oct 2024 19:26:07 +0000 https://olivreirocristao.org/?p=12016 Mulheres na missão de Deus As mulheres recebem destaque em Atos e Lucas. O Evangelho abre com três devotas judias. Isabel, Maria e Ana. O…

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Mulheres na missão de Deus

As mulheres recebem destaque em Atos e Lucas. O Evangelho abre com três devotas judias. Isabel, Maria e Ana. O cântico de Maria (Lc 1.46-55) é um preludio à visao de missão integral no Evangetho com énfase na justiça.

Em Lc 8.1-3 fica claro que Jesus tinha discipulas que se integravam na obra missionária Marta e Maria eram amigas de Jesus e sempre o recebiam e o hospedavam.

Maria atuava como verdadeira aprendiz dele (Lc 10.38-42). No relato da morte de Jesus, enquanto os discipulos praticamente desapareceram, as mulheres estavam presentes em solidariedade (Lc 23.27,49,55).

Elas foram as ultimas na cruz e as primeiras a descobrir e anunciar a resureição (24.1-10)

Maria, a mãe de Jesus, também aparece no inicio de Atos (1.14), entre os 120 que receberam o Espirito
no Pentecostes. Como havia Sido profetizado Deus derramou seu Espirito “sobre toda a came; vossas filhas profetizarão.. até sobre os meus servos e sobre as minhas servas…” (At 2.17-18)

A lgreja nasceu com mulheres e homens cheios do Espírito testemunhando acerca das grandezas de Deus nas ruas (2.11). Em Atos, Maria mãe de Joao Marcos, liderava uma comunidade na sua casa (12.12).

Lídia, uma mulher de alta posição social e econômica, foi a primeira convertida na Europa, e a igreja provavelmente começou na sua casa (At 16.14-15). Priscila era uma lider na igreja em Éfeso (além de Corinto e, talvez, em Roma), missionária, mestra e colaboradora, juntamente com seu marido, Aquilá, e o apóstolo Paulo (At 18.2-3,18,26-27; Rm 16.3-5; 1Co 16.19;2Tm 4.19): Flipe tinha quatro fihas evangelistas com dons de ptofecia (21.8-9).

As mulheres tinham funções de responsabilidade e parceria com Jesus e na Igreja primitiva. onde eram lideres nas igrejas nas casas. Paulo enfatiza isso em Rm 16.1-16. Elas eram uma parte integral na epansão da Palestina e da Asia até a Europa. Sem a colaboração delas, não sabemos se teria havido o mesmo crescimento.

Nos primeiros séculos da igreja, algumas mulheres seguiram esses exemplos, afrmando que a vocação missionária decorre não da ordenação, mas do batismo, e fizeram um trabalho missionário importante. Outras têm levado a sério o papel de colaboradora com igualdade e de liderança feminina na Biblia para dar sua contribuição na história da misão da lgreja

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